Olá galera, hoje vou falar um pouco do funcionamento do
analisador de espectro e comenta sobre FFT e DFT.
As potencialidades da analise
espectral com base na transformada de Fourier continua são bem estabelecidas.
Ainda que teoricamente atrativo, o cálculo pratico do espectro via transformada clássica (empregando
propriedade ou soluções analíticas) não é comum. Vários sinais de interesse (como voz, vídeo etc.) A
maneira usual de lidar com sinais físicos é “calcular” a transformada através de um equipamento (Hardware): O analisador de espectro. Este
instrumento realiza o cálculo da transformada de Fourier e exibe o resultado na
tela. Esta pode ser a solução mais interessante para avaliar o espectro de
sinais. Entretanto, com o desenvolvimento de técnicas de processamento de
sinais DSP( e processadores em chip), DFT
aparece com uma solução pratica cada vez mais atrativa. A redução
acentuada de custo dos DSPs e o aumento da capacidade de processamento e em conjunto com o aparecimento de novas técnicas eficiente para
avaliação de transformada discretas (as ditas Transformadas Rápidas), vem
permitindo “opera” em tempo real com muitos sinais. Assim, as transformadas
discretas vêm se firmando como ferramentas “por excelência” na analise espectral.
O tamanho dos analisadores de
espectro não pode ser comparado com o
tamanho reduzido dos DSPs, que adicionalmente permitem operação em grande
velocidade, viabilizando numerosas aplicações. Muitas placas de aquisição de
dados com conversores A/D já incorporam chip DSD para calculo FFT, permitindo
estuda o sinal adquirido no domínio da frequência.
imagem do Analisador de Espectro.

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