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Parte 3 - Funcionamento do Analisador de Espectro



      

Olá galera, hoje vou falar um pouco do funcionamento do analisador de espectro e comenta sobre FFT e DFT.
               As potencialidades da analise espectral com base na transformada de Fourier continua são bem estabelecidas. Ainda que teoricamente atrativo, o cálculo pratico do espectro  via transformada clássica (empregando propriedade ou soluções analíticas) não é comum. Vários sinais de interesse     (como voz, vídeo etc.) A maneira usual de lidar com sinais físicos é “calcular” a transformada  através de um equipamento (Hardware): O analisador de espectro. Este instrumento realiza o cálculo da transformada de Fourier e exibe o resultado na tela. Esta pode ser a solução mais interessante para avaliar o espectro de sinais. Entretanto, com o desenvolvimento de técnicas de processamento de sinais DSP( e processadores em chip), DFT  aparece com uma solução pratica cada vez mais atrativa. A redução acentuada de custo dos DSPs e o aumento da capacidade de processamento e em conjunto com o aparecimento de novas técnicas eficiente para avaliação de transformada discretas (as ditas Transformadas Rápidas), vem permitindo “opera” em tempo real com muitos sinais. Assim, as transformadas discretas vêm se firmando como ferramentas “por excelência”  na analise espectral.
                  O tamanho dos analisadores de espectro não pode ser  comparado com o tamanho reduzido dos DSPs, que adicionalmente permitem operação em grande velocidade, viabilizando numerosas aplicações. Muitas placas de aquisição de dados com conversores A/D já incorporam chip DSD para calculo FFT, permitindo estuda o sinal adquirido no domínio da frequência.

imagem do Analisador de Espectro.

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